A cantora Mariah Carey pode estar grávida. Em viagem ao México com o marido Nick Cannon, Mariah apareceu com um atípico vestido largo. E, enquanto o marido tomava drinks, Mariah preferiu bebidas sem álcool. Há algumas semanas, Mariah tinha falado que pensava em ter um filho.

Fonte:Ego
Foi assim que Rich, do blog FourFour e também colunista do blog da VH1, definiu nossa diva Mariah. Um vídeo hilário que captura o que há de melhor nas entrevistas dela; e Rich te lembrará o porquê de Mariah ser a verdadeira diva da nossa geração! Divirta-se:
E não para por aí, Rich nos contou que fará mais vídeos sobre a Mariah em breve:
Tenho uns 20 clipes dela dizendo hot tamale. Tem muita coisa que não incluí. Acho que farei um novo vídeo em breve, porque tenho muito material que não coloquei nesse vídeo. O meu favorito é quando ela fala que “Glitter” é um grande álbum antes de seu lançamento, e um ano e meio depois, conversando com John Norris, ela disse que esse não era um álbum Mariah Carey, e sim uma trilha sonora.
Essa é a Mariah que todos amamos, certo?
Fonte: FourFour / JustMariah
Você sabe como Mariah ficou somente com o clímax da música “Just Stand Up” e outras cantoras, como Beyoncé e Rihanna, ficaram com mais estrofes da música?
Então, a música original nem era para constá-las. Era para ser somente Mariah, Whitney Houston e Celine Dion. Porém, por problemas com as outras duas artistas, os compositores foram ordenados a seguinte ordem de preferência: Sony Music e Mathew Knowles (pai e mananger de Beyonce) ofertaram $500,000 para que Beyoncé Knowles cantasse o maior número de estrofes. Disney doou $76,000 para que Miley Cyrus fosse inclusa dentre as artistas. Rapper Jay-Z pagou $95,000 para a artista Rihanna, da Def Jam Recordings, ter o segundo maior número de estrofes. Clive Davis enviou cheques contendo doações nos valores de $275,000, pela inclusão de Leona Lewis, e $290,000 para a de Carrie Underwood. Kenneth “Babyface” Edmonds contatou Mariah Carey para cantar a nota alta climática e ela aceitou.
Ou seja, Mariah não precisou pagar para entrar nesse projeto, pois ela sempre foi sua estrela. O que confirma seu nome ser o primeiro citado na capa do single. O que é o mundo dos negócios, heim?
Fonte:MC forever
Por Ronaldo Pelli - G1 (Rio)
Se o espectador pudesse tirar todas as muitas piadas bobas de cunho sexual e escatológicas e deixar apenas as que abordam sem dó nem piedade a relação entre judeus e muçulmanos e a política americana, “Zohan – O Agente Bom de Corte” seria uma comédia memorável. O problema é que, enquanto as primeiras abundam – sem trocadilho - as segundas são raras como água no deserto.
O longa, que estréia nesta sexta-feira (15), mostra a história de Zohan Dvir (Adam Sandler), um agente super-especial do exército israelense, que sempre é chamado para prender terroristas árabes. Entretanto, ele acha que essa guerra não tem sentido e quer mesmo é ser cabeleireiro. Um personagem mais que exagerado, que adora os extremos, perfeito para Sandler – que assina também o roteiro, junto com Robert Smigel e Judd Apatow, que já fizeram de “O Virgem de 40 Anos” à série “Saturday Night Live”.
Claro que os pais de Zohan não querem ver seu filho – grosseiro, bruto, sexista – fazendo coisas de “gayzim”, como dizem. O super-agente, porém, não larga tão facilmente o sonho de empunhar tesoura e secador. Escalado para capturar o perigoso Fantasma (John Turturro, que depois de ser russo, latino, italiano, é árabe agora), ele simula a própria morte e parte para os EUA, “para realizar o seu sonho”. Continue Lendo…
Exaustivamente Mariah fala sobre como foi difícil viver uma infância inter-racial, sobre como não se identificar nem como branca nem como negra numa sociedade segregacionista feita a estadunidense e (muitos mais) murmúrios do tipo. Mas, analisando sua evolução física ao longo dos anos, eu penso que Mariah não passa de uma hipócrita.
Em “There’s Got To Be A Way” ela afirma em alto e bom som a necessidade de redefinir algumas regrinhas baseadas na supremacia racial. Algum tempo mais tarde, lamuria em “Outside” sobre suas experiências juvenis. Isso sem contar outras tiradas mais sutis presentes em outras faixas.
Paralelamente, ela se diz uma legítima representante do R&B, estilo musical com raízes negras e feito (originalmente) por negros e para negros. Uma negritude que, infelizmente, é falsa.
Quando temos um grupo social que é minoria, tal grupo tende a buscar uma identidade própria, criar uma cultura baseada em sua história dentro daquela sociedade e, assim, afirmar-se perante um todo. Isso acontece em qualquer parte do mundo, com os negros nos Estados Unidos ou com os andinos na Bolívia. Continue Lendo…
O novo filme de Adam Sandler, “Zohan, O Agente Bom de Corte” tem previsão de estréia para meados deste mês aqui no Brasil. Mas, como estamos numa nova era de consumo cultural, podemos ter acesso ao filme antes que o estúdio o libere. Basta ir a algum blog especializado nisso ou baixar via rede P2P, e pimba, em algumas horas o teremos em nossos computadores.
E foi isso que fiz. Baixei e vi. E para ser bem sincero, detestei. Para qualquer lamb, o que valeria mesmo é a atuação (perturbadíssima) de Mariah, as camisetas com estampas da cantora que o personagem principal desfila enquanto persegue palestinos e as duas faixas (“Fantasy” e “I’ll Be Lovin’ U Long Time”) que dão o ar da graça. Pronto, tirando isso, não sobra nada que possa arrancar alguma risada espontânea.
A película é repleta de clichês, preconceitos escondidos num humor tosco e lutas estranhas. Zohan é um agente da polícia israelense que sonha em ser cabeleireiro; um dia, ele simula sua morte e vai pra Nova Iorque lutar pelos seus sonhos. Lá, se apaixona e mostra que dois povos podem conviver pacificamente (mesmo com o exército de Israel não respeitando nenhum direito humano da comunidade Palestina).
Mariah Carey entra como a diva inspiradora do personagem de Adam, canta um trecho do hino americano num jogo entre Israel e Líbano e se mostra uma perfeita burra no camarim. Todos os preconceitos que fazem sobre a imagem da cantora são reafirmados na produção. Das duas uma: ou Mariah é muito inteligente em tirar com sua própria cara; ou é muito tapada que não percebeu a ironia.
Porém, a figura de linguagem que mais se ajusta a minha opinião acerca de “Zohan” é o paradoxo. Tudo para ser um ótimo filme, mas que transformou-se em uma estúpida comédia dispensável para qualquer etnia.
Por: André Pacheco
"I'll Be Lovin' U Long Time" é o terceiro single do disco "e=MC²". A faixa foi produzida por Mariah em parceria com Aldrin "DJ Toomp" Davis.
Billboard Hot 100 Singles#75
Veja o Vídeo
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