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Seria Mariah Hipócrita?

  • Categoria(s): Opinião
  • Publicado por André Pacheco, em 07.08.08 às 17:50

Exaustivamente Mariah fala sobre como foi difícil viver uma infância inter-racial, sobre como não se identificar nem como branca nem como negra numa sociedade segregacionista feita a estadunidense e (muitos mais) murmúrios do tipo. Mas, analisando sua evolução física ao longo dos anos, eu penso que Mariah não passa de uma hipócrita.

Em “There’s Got To Be A Way” ela afirma em alto e bom som a necessidade de redefinir algumas regrinhas baseadas na supremacia racial. Algum tempo mais tarde, lamuria em “Outside” sobre suas experiências juvenis. Isso sem contar outras tiradas mais sutis presentes em outras faixas.

Paralelamente, ela se diz uma legítima representante do R&B, estilo musical com raízes negras e feito (originalmente) por negros e para negros. Uma negritude que, infelizmente, é falsa.

Quando temos um grupo social que é minoria, tal grupo tende a buscar uma identidade própria, criar uma cultura baseada em sua história dentro daquela sociedade e, assim, afirmar-se perante um todo. Isso acontece em qualquer parte do mundo, com os negros nos Estados Unidos ou com os andinos na Bolívia.

Aí, vem uma coisa chamada Cultura de Massa, mais conhecida como Cultura Pop. As grandes empresas de entretenimento transformam uma manifestação cultural espontânea num produto e vendem um estilo de vida baseado em tal.

Mariah é um produto do mercado cultural norte-americano; baseada, mais precisamente, numa mistura entre duas etnias com histórias tão distintas dentro dum mesmo país, porém enraizada no R&B, que teve suas origens lá por meados do século passado.

O R&B é, de forma rápida, aquilo que não é Jazz, nem Soul e nem Gospel. Fica vagando por esses três gêneros; mas, ao longo das décadas, ganhou outras referências e influenciou outros gêneros e estilos. Porém, continua como “música negra”.

Então, em 1990, surge Mariah Carey. Uma mulher jovem, de pele morena, cabelos anelados e castanhos, voz poderosa e música negra. Mas, calma, ela não é negra, é? É sim, porque pela formação social norte-americana, se você tem uma gota de sangue negro você é considerado como tal, e fim de papo.

Aí entra uma outra luta. Para a comunidade negra, uma das formas de proteger sua cultura é se tornar (ironicamente) racista. Ou seja, se você tem a pele clara, independente de qual a aparência de seus pais, você é considerado branco.

Foi nesse panorama que Mariah cresceu. Branca para os negros, e negra para os brancos. O que, pra mim, não passa de uma palhaçada. O ser humano é muito mais que meramente uma divisão entre a cor de sua cútis. Porém, como estamos tratando da sociedade ocidental, que se baseia em sistematizar tudo, é até aceitável tal divisão de classes.

O tempo foi passando e Mariah foi ganhando fama, glamour e dinheiro. O cabelo foi alisando, a pele clareando e o nariz afinando. Para ser bem sincero, até a voz dela ficou branca. Quase uma Xica da Silva versão Billboard Hot 100.

O que antes pareceu como um alívio, um sinal de mudanças, se mostrou mais do mesmo. Mariah seguiu um padrão determinado pelas grandes empresas da mídia e escolheu um só fenótipo. Mas, continua levantando a bandeira de como foi complicado o racismo em sua formação.

Ora, pois, não seria mais plausível ela afirmar sua mistura? Ou, melhor, colocar a cara a tapa e dizer com todas as letras: “Posso parecer branca, mas sou negra”? Não, ela tingiu seus fios de louros, esculpiu o corpo no melhor estilo Barbie e viveu o sonho americano.

Muitos podem defender que ela agradou ao mercado, ou seguiu o que sempre martelaram ser o mais bonito e aceitável. Mas o que não faltam são artistas que romperam padrões, lançaram novas visões e tornaram-se mais que rostinhos bonitos, ganharam o status de ícone.

Afinal, não estamos tratando da Cultura de Massa, que vende um estilo de vida? Mariah poderia ter vendido um estilo de vida menos artificial e mais voltado para suas raízes, tanto musicais quanto culturais. Okay, ela não foi criada pelo pai, mas viveu nos subúrbios e formou sua personalidade nos guetos.

Os mesmos guetos que, ano após anos, lançam tendências e são copiadas pela aristocracia. A mesma cultura que por séculos ficou no purgatório, e que hoje é ovacionada por muitos. As batidas que antes eram formas de luta, viraram meros discos de acrílico com conotações mais simplórias e pálidas.

Mariah deixou uma oportunidade de ouro ser surrada em salas de cirurgias e idas exaustivas ao salão de beleza. Hoje, ela não passa de mais uma entre tantas cantoras louras que amam os negros, mas que não largam a água oxigenada, a chapinha e a hipocrisia.

André Pacheco, estudante de Jornalismo, gosta de pensar sobre a Cultura de Massa e espera não ser mal interpretado com este artigo.

OBS: Este artigo é uma posição pessoal do autor. Ele não não exprime (necessariamente) a posição do JustMariah e da equipe.

Comentários
  • leda:em 7/agosto/2008, às 6:14 pm

    falou por mim Andre muito bom seu ponto de vista sobre a cultura em massa ainda bem q existe pessoas q pensam com a razao e naum so com emoção e tem coragem de defender suas ideias…
    adorei

  • Joana:em 7/agosto/2008, às 6:56 pm

    Artigo de opinião curioso…
    Curioso e muito incoerente. André respeito a tua opinião e a tua forma de pensar no entanto há uns quantos pontos em que não estou de acordo.
    Começas por cometer um erro básico que passa pela tentativa de catalogação de Mariah, tens de a inserir num pacote e partindo daí falas em hipocrisia. Acontece que Mariah nunca disse que tem pele branca mas que é negra ou vice versa, ela disse que é bi racial e que portanto não pode dizer que é mais branca ou negra.
    Ela pode muito bem ser uma legítima representante do R&B sendo branca, negra, amarela, vermelha bi ou tri racial, de facto não será a cor da pele que deverá importar neste aspecto.
    Aquilo que se passou com Mariah tem o nome de evolução, vivência. Cada um tem a sua e não há muito que criticar, nós não somos sempre o mesmo desde que nascemos até que morremos e isso não faz de nós hipócritas. O sentido de adaptação e de sobrevivência do ser humano é aquilo que nos aproxima e nos afasta dos animais no sentido de fazer as melhores escolhas usando para isso a inteligência.
    As análises não podem ser simplistas e ver apenas um ponto de vista, Mariah é um fenómeno de massas, claro que sim mas é muito mais do que isso como deverás perceber.
    Todos os seres humanos concentram em si uma enorme complexidade e Mariah evidentemente não foge a essa regra.

  • lamb:em 7/agosto/2008, às 7:00 pm

    não concordo com nda

  • Gerinhu:em 7/agosto/2008, às 7:06 pm

    Adoreii O Artico Bem Feito .. Concordo Com Tudo Isso Realmente Anos Atrás Ela Era Bem Melhor Do Que Hoje Em Dia Nas Turnes Você Via Brinkadeiras delas com os fans Hoje em dia e um abraço chocho um e Dizer a frase mas famosa ” Eu Amoo Esse Publico” Aloo Acordem.. Aque tanta Quimica Na Cabeça Está Fazendo Mal A Elaa.. Por que ela Ainda precisa da Gente para continuar Na Midia..

  • Rafael Sousa:em 7/agosto/2008, às 7:19 pm

    postei na comu, to postando aqui:

    aí cara…
    Difícil definir, como seu ponto de vista, respeito e entendo, mas a palavra Hipócrita tem todo um complexo, ser hipócrita é ser fingido, fingir (quase todo mundo faz) uma vez ou outra faz, mas fingir demais entende-se como falsidade, e esse termo e muito forte, principalmente para ela.

    Acho que falsidade nenhuma ela tem, tanto que hj canta com playback e não está nem fudendo, mostrou que gosta do hip hop e também não está nem aí, e quanto a questão multi-racial, isso não só ela como a mídia impõe muito, para todo mundo é fácil vender um peixe que bebeu de muita água podre para passar a beber vinho. Ninguém está nem aí pelo que é pré-fabricado, ou mehor está, só que o passado desses, não importa e sim sua luxuosa vida.

    Acho que a superioridade está mesmo nas letras, no carinho com fãs, no agradecimento em todo cd à Deus (por menor que seja), isso sim para mim é um bom exemplo de que a “manifestação de fingidas virtudes”, passa longe, passa bem longe.

  • Leonardo:em 7/agosto/2008, às 7:25 pm

    Eu ate compreendo que foi escrito, mas nao concordo com nada. Concordo que o que a Mariah passou foi por uma evolucao, e para bem melhor. Eu prefiro a Mariah de hoje a mariah de 1990.
    As pessoas no lugar dela fariam a mesma coisa. Hipocrisia e fazer algo que nao se esta de acordo, e ela fez o que ela quiz. Ela seria hipocrita se na mudasse mesmo querendo.

  • Mayah Campos:em 7/agosto/2008, às 7:37 pm

    Bem colocado o ponto de vista, porém a Mariah afirma que ela é uma mistura. Isso não quer dizer que ela sempre quis ser uma mistura, se é que me entende!
    Não acho que ela chega a ser nem um pouco hipócrita, afinal, está casada com um negro.
    E ela viveu no gueto, e o que toda garota do gueto quer?
    A vida que ela tem. Sim.

  • kyriacos:em 7/agosto/2008, às 7:48 pm

    amei o artigo

  • Bruda:em 7/agosto/2008, às 8:45 pm

    Por favor, equipe JustMariah!
    Ou vocês impedem esse cara de escrever aqui ou a credibilidade deste blog irá por água abaixo. O que ele escreve é parcial e óbviamente tem o intuito de chocar, de “causar”.
    Que texto mais infeliz, Pacheco.

  • Romário:em 7/agosto/2008, às 9:13 pm

    O Pacheco, como sempre escrevendo muito bem, adorei o texto, destaque pro seguinte parágrafo:”Mariah deixou uma oportunidade de ouro ser surrada em salas de cirurgias e idas exaustivas ao salão de beleza. Hoje, ela não passa de mais uma entre tantas cantoras louras que amam os negros, mas que não largam a água oxigenada, a chapinha e a hipocrisia.”

    Pessoal, muitos podem não concordar, mas que a verdade é essa.

  • Samantha:em 7/agosto/2008, às 9:40 pm

    Ok, concordo com alguns pontos do texto,MC está mesmo artificial… mas o que fica é a sensação de que o André Pacheco quer mesmo é causar rebuliço com um “texto” que está mais para um review de filme ruim, do qualquer outra coisa… até porque, que jornalista sério, julga a atitudes de outros, sejam eles quem forem… amigo, no dia que você tiver, o nome de um Arnaldo Jabor, ai sim, vc se arrisca com seu veneno, antes disso, menos bemmmmmm menos Dahhhhhling!

  • Samantha:em 7/agosto/2008, às 9:41 pm

    “porque, que jornalista sério, NÃO julga a atitudes de outros, sejam eles quem forem…”

    faltou o NÃO

  • Lorena:em 7/agosto/2008, às 9:47 pm

    Só posso dizer uma coisa não acho a MC hipócrita, as pessoas podem e devem evoluir como ser humano, deve-se valorizar suas raízes, sim, mas nem por isso devem deixar de lutar por seus sonhos, ser retrógrada, pois como uma socialista(porém de Karl Marx), acredito que todos, (todos) têem direito de viver bem, deve-se dividir a riqueza e não a pobreza, inclusive de espírito, e a única coisa boa do hedonismo, nós diz, somos sujeitos necessitados, se podemos melhorar e usarmos tendo os recurso para isso, porque não fazê-lo. A Mariah mudou, conforme sua conta bancária também foi mudando, ele se tornou uma garota mais cuidada, que se veste “melhor” sou mestiça eu sou, uso chapinha, boby liss, posso decidir se vou usar o cabelo crepos, ou liso e pintá-lo da cor que eu achar adequada, assim como a MC, e dai? isso não quer dizer nada… , não define de fato quem eu sou e não que dizer que desrespeite a minha origem, não sejamos hipócritas de dizer que não é bom sentir-se bem e confortável consigo mesmo. A única coisa que acho que falta a Mariah mais um amadurecimento(não musical), acho que ele deveria voltar a estudar, sei lá quem sabe, filosofia, muita gente acha que por ter dinheiro, não precisa abastecer o cérebro, burrice… .
    Chega de achar que para ser um revoluciónario defensor das massas é preciso abrir mão do que a vida ofecere de bom,(apenas p/ minoria), porém acho que o luxo, glamour, dinheiro todos deveriam ter, independente de cor, raça ou religião! Não seja hipócrita, André Pacheco.

  • vitor:em 7/agosto/2008, às 10:01 pm

    Não tem mais nada melhor pra posta não?

  • Jo:em 7/agosto/2008, às 10:49 pm

    Minha professora de métodos de pesquisa na faculdade uma vez me disse algo e hoje compreendo melhor: Antes de escrever qualquer coisa, deixar um registro físico, para que outras pessoas opinem, pense duas vezes, É necessário? Vai contribuir para alguma coisa? Quais os fundamentos e justificativas?
    Só isso…

  • Mari:em 7/agosto/2008, às 11:46 pm

    Acho que o Pacheco escreve muito bem, mas não concordo!
    O que seria hipocrisia??? Pelo que encontrei no dicionário… “Ato ou efeito de fingir, de dissimular os verdadeiros sentimentos, intenções; fingimento, falsidade…” Pelo que o Pacheco diz, a Mariah é hipocrita… Será??? Ela estaria sendo falsa se não fizesse realmente o que quer, e não acho que isto aconteça… Ela tem que definir que cor ela tem??? Qual é a importancia disso ???
    Não sei porque se dá tanta a importancia a cor da pele dela, se ela pinta o cabelo ou não, se fez cirurgia plástica!
    O que eu sei, é que sem querer ela me ajudou bastante com suas letras, e não só a mim, conheço muita gente que só de ouvir sua voz se sente nas nuvens…
    E é com isso que me preocupo… Quero muito que ela esteja bem! E quero muito que ela viva o quiser viver!!! Ela tem esse direito!!! Já sofreu muito e não precisa que as pessoas chamem de hipocrita, nem outros adjetivos! Deixem que ela viva! Assim como vocês querem viver!

  • Jeann Marques:em 8/agosto/2008, às 2:03 am

    Bem… Em primeiro lugar, fico feliz de ver um texto desse nível, onde o André pôde expressar sua opinião e sendo postado aqui no blog.
    Depois, gostei do teor crítico do texto. Esse tipo de atitude ou melhor, essa forma de pensar que André demonstrou possuir no seu texto, me dá satisfação em saber que ele faz parte de uma minoria, na qual eu me incluo, de fãs da cantora Mariah Carey que a admiram, mas que são críticos. Não se comporta como muitos que faz “Deus no céu e Mariah na Terra”. “Ave Mariah”.
    André, respeitando tua opinião e concordando com muita coisa que vc disse, eu só acho descabível a palavra hipócrita.
    Tirando isso, Mariah se rendeu “totalmente” aos interesses da indústria da música norte-americana. Vale lembrar que esse fenômeno também aconteceu com a cantora Shakira. Mas, como um paradoxo, Mariah diz que conquistou sua emancipação, se libertando de pessoas, incluindo gente ligada a indústria da música que impunhava a ela certas exigências e padrões que ela não concordava.
    O que me deixa triste é que mariah sempre teve beleza e talento suficiente para ser a artista que ela é e ter a importância que ela representa no mundo da música hoje, dentre muitas coisas, sem precisar ser como mais uma “cantora pop, loira e que tem a sensualidade de seu corpo elevada ao extremo para vender discos e ganhar páginas em revistas de beleza”. Vulgo Britney Spears, J.Lo, Jessica Simpson e muitas outras.
    A prova disso é que desde o primeiro ano de sua carreira até o ano de sua separação com Tommy, Mariah tinha uma imagem mais evidentemente negra, usava roupas mais compostas, e sua beleza, nessa época, sempre foi notável mesmo assim e seu talento reconhecido, e nem por isso, vendeu menos discos do que vende hoje. Mariah sempre teve uma carreira bem-sucedida.
    Não sei ao certo se a palavra hipócrita cabe a ela nessa questão, mas hoje, para mim, não cola e não dá mais peninha dela o fato dela ter sofrido preconceito quanto sua cor enquanto criança.
    Outro aspecto ligado a Mariah que eu gostaria de comentar é quanto ao trauma que ela ostenta carregar, ainda, causado pelo casamento infeliz com Tommy Motolla. Será que ela ainda sofre por causa disso ou é só um tipo de música que causa “efeito” em seus fãs?
    Para mim, pelo tempo transcorrido e pelas milhares de sessões que ela já deve ter tido em frente a um terapeuta, esse trauma já devia ter sido superado. Mas a história se repete, mais uma vez, em letras como Side Effects e I wish you well. Acho que no próximo disco, a música que tratar deste tema devia se chamar One more time.
    Para terminar, me alonguei demais, mas é isso. Viva a liberdade de expressão! Viva a Mariah que mesmo tendo seus defeitos e suas incoerências, é uma cantora maravilhosa e nem por isso, livre de críticas. E espero que ela viva sua emancipação, como ela mesmo diz, nos dois últimos albúns.
    Admiro fãs como você, André, amam Mariah, mas pensam…!
    Ah, eu também sou jornalista e você não precisa ser um Arnaldo Jabor para escrever um texto como esse. Ok?!

  • franco:em 8/agosto/2008, às 5:46 am

    Mais ibope, pra negrinha branca (e hipócrita agora), vlw André!

    E Dalhe Mariahhhh!

    Bjs lambss

    e essas respostas tão grandes?? gnt quando for um artigo tãoo “idiota” nem percam o seu tmpo em opinarrr! Bom enfim cada cabeça uma sentença! se fosse Mariah resonderia: NEM LI E BOA SORTE PRA ELE!

    sauhasuhsauhuhsauhsauhsasauh

  • juliana:em 8/agosto/2008, às 1:19 pm

    Cada dia esse blog so piora.

  • Jessica:em 8/agosto/2008, às 1:20 pm

    Que cara mais ridículo .

  • Maria:em 8/agosto/2008, às 1:21 pm

    Como um blog desse deixa um cara postar uma porcaria dessas.

  • Lurdis:em 8/agosto/2008, às 1:22 pm

    Os postes desse cara são os piores.

  • Mario:em 8/agosto/2008, às 1:23 pm

    Odiei.

  • Lililamb:em 8/agosto/2008, às 2:36 pm

    não concordo com o fato dele dizer que a Mariah é hipocrita pq diz em suas musicas que é bi racial
    ou pq pintou o cabelo ou pq a voz mudou ou pq se veste como a Barbie ou por tudo o que ela fez dos anos 90 pra ca
    o fato dela ser bi racial só dificulta mais ainda as coisas no fundo era isso que ela queria mostrar para o mundo que ela sendo branca ou negra ela é um ser humano normal q vive evoluindo de acordo com suas necessidades pessoais sociais culturais e religiosas
    ai vem esse cara e chama ela de hipocrita pq ela é bi racial e tentou mostrar isso para o mundo em suas musicas
    o que é ser normal pra ele aceitar o cabelo q vc tem mesmo que vc não goste dele??!!”!
    comprar roupas num brecho msm q vc ganhe 100 mil por mes???
    ou cantar de pé no chão sevc prefer saltos 15??
    a sociedade por mais que evolua sempre sera preconceituosa isso que ele fez é um tipo de preconceito sim
    pq discrima o poder de escolha de alguém que é livre para se expressar da forma que quizer independente da classe social raça ou crença
    cada um é cada um
    e ela é o que é
    não acho ela hipocrita e muito menos falsa acho que ela é o que ela quer ser
    e isso desagrada as pessoas que querem q ela seja um esteriotipo de pessoa modelo ou perfeita e desaprovam o que ela faz
    na minha opiniao esse cara é um maxista individualista que acha q
    uma pessoa que nasceu pobre e conquistou a vida com esforço e perseverança deve ser sempre submissa e aceitar a subjeção daqueles que se julgam possuidores do poder do julgamento e do perdão
    quando na verdade são só mais um como eu como vc como nós e como a propria Mariah
    querendo apenas ser aceita da maneira que são
    mas se pra pessoas como ele
    ser vc mesmo
    é ser aquilo q a sociedade julga a melhor opção
    paciencia…

  • Lililamb:em 8/agosto/2008, às 2:44 pm

    é por isso que sou fã da Mimi pq ela assumiu o que é e faz o que gosta e diz o que quer dizer sem se importar com o que a sociedade vai dizer
    eu sou o que eu quero ser
    faço o que eu quero fazer
    digo o que eu quero dizer
    e faria tudo isso mesmo que fosse negra branca japonesa pobre rica judaica islamica catolica ou protestante…
    independente do exterior o que vale é o interior…

  • thales:em 8/agosto/2008, às 9:08 pm

    discussão idiota…
    ninguém é “raça pura” hoje em dia….
    já cansei de ouvir esses bla bla blás…
    Mariah não foge a regra…
    enfim ela é perfeita!!

  • Thiago:em 9/agosto/2008, às 2:26 am

    Ahhmmm .. Em partes tem até concordo, mas o cara que escreveu isso quer ibope, alfinetar Mariah entre os fãs dela da ibope.. Queria é causar e causou.. Parabéns, vc conseguiu mais 5 minutinhos de fama!!!!

  • Saul:em 9/agosto/2008, às 2:09 pm

    Concordo plenamente com a sua posição, contudo, naquele tempo e ainda hoje em dia ninguem quer nascer negro nos estados unidos, vc deve saber disso! Na primeira oportunidade ela usou o dinheiro dela pra ser vista como branca e não ser rejeitjada! E esta aparecia de hoje seria uma superação de tudo o q ela viveu na infância!Então, sendo um exemplo de superação pra ela msma considero isso louvável! Aí vem a parte q eu concordo com vc: 1 ela poderia ter usado isso p crescer mais ainda na sua carreira! ou 2 ela poderia pelo menos não ter se tornado tão artificial nas sua atitudes! quanto a aparecia ela ficou mesmo muito mais linda e claro q quando mais linda melhor! A voz dela tb melhorou muito está muito mais clara e eu considoro a voz mais doce q ja escutei! Caso discorde pode entrar em contato! O/

  • Saul:em 9/agosto/2008, às 2:33 pm

    So p acrescentar um pequeno detalhe: ela sempre teve a pele branca ou de parda à branca!

  • Cassio:em 9/agosto/2008, às 4:18 pm

    ELA ESTÁ; ELA NAO É ( COISAS BEM DIFERENTES )
    MARIAH
    EH CAFONA
    EH DEPRIMIDA
    EH OPRIMIDA
    EH COLORIDA
    EH ALEGRE DEMAIS
    EH MELOSA
    EH PASTOSA
    EH ALISADA DEMAIS
    EH NONSENSE
    EH PIEGAS
    EH SEM NOÇÃO
    EH GORDA DE CARA
    EH FRESCA²
    EH REPETITIVA
    EH GRITTANTE
    EH COMPLETAMENTE SEM CRIATIVIDADE
    EH LENTA
    EH UMA NEGAÇAO PARA DANÇAR
    EH A RAINHA DAS COISINHAS ROSAS
    EH INFINITA

    INFINITA

    VIVA A NOSSA NONSENSE , VIVA A NOSSA MARIAH MSM COM TODOS ESSES ATRIBUTOS …
    VIVA A MARIAH
    VIVA !!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Cassio:em 9/agosto/2008, às 4:20 pm

    QUERO DEIXAR BEM CLARO ANTES QUE BEE’S NERVOSINHAS VENHAM CONTRA MIM…
    EU QUISSS FAZER UM POST COM TUDO QUE DIZEM DELA ….
    EU A AMO E QUERO O BEM DELA MSM ENXERGANDO COISA OBVIAS
    ACHO QUE ULTIMAMENTE TODOS OS FANS ESTAO ACOMODADOS …
    GENTEMMMMMMMMMM

    ALOW ?

    ELA AINDA EH A MARIAH E ESSE NOME PESA
    TEM PODER…

  • Mari:em 9/agosto/2008, às 4:33 pm

    Afff… ainda aq!
    Hummm… as coisas tão piorando!
    hehehheheh…
    Viva a Mariaaaah!!!
    Quem não concorda, se exploda!

  • Dario Duarte:em 9/agosto/2008, às 9:40 pm

    Hipócrita ela não é. Tipos… A Beyoncé também pinta o cabelo de loiro. Aliááás… A Grande Aretha Franklin já esteve loira. (e Mary J. Blige, Whitney, etc…). As pessoas pintam da cor que elas quiserem. Extremamente exagerado chamá-la de hipócrita, é clara a intensão de aparecer, se sentir “o fã esclarecido”. “Eu gosto de Mariah mas eu não me incomodo em falar mal, tá?”. Patético. Ter senso crítico é uma coisa, agora elaborar teorias furadas (e desrespeitosas) é ooooutra coisa. Muito cuidado, André. Ela faz uma música popular, sim, mas dentro do estilo negro, sob influências da música negra, como Beyoncé, Kanye, etc. Existe um padrão d ebeleza opressor, se ela se deixou levar por ele ao afinar o nariz, paciência, ele teve dinheito para fazer e mudar no corpo algo que ela não gostava. Mas, meu amigo, chamá-la de hipócrita? Você que sabe da vida dela e dos preconceitos que ela sofreu? Tsc, tsc, tsc.

  • Mandy:em 10/agosto/2008, às 3:34 pm

    Hipócrita é quem vive uma vida de fachada para agradar os outros… Ela vive e faz o que ela gosta, o que ela tem vontade, porque ela pode se dar esse luxo, tá com grana e fama e isso é incontestável… Viva e deixe viver. Quer pintar o cabelo de rosa e a pele verde pra se sentir mais marciana? Problema dela. O importante é ela se sentir feliz e verdadeira consigo mesma. Ela paga as próprias contas, é adulta e vacinada, dona do próprio nariz, seja nariz plastificado ou não. Ninguém vai morrer no lugar dela, porque todos se acham no direito de querer viver no lugar dela, comandando até suas escolhas? he he he… Hipócritas são vocês, que sentam no próprio rabo, malham o próximo e discutem a reputação de todo mundo e se fazem de “coerentes, sensatos, perfeitinhos”… Faz-me rir.

  • Thales:em 10/agosto/2008, às 3:51 pm

    O que importa a todos é:
    continuar amando-a como ela for….
    (se ela pintasse o cabalo de rosa e a pele de verde) uuughhh/
    mesmo assim amariam ela?
    afffff
    raízes o c@#####
    o importante é viver o hoje…
    amanhã você pode estar morto…
    e não deixar nem uma marca… ou cair no esquecimento…
    graças as mudanças/altos e baixos… isso nunca acontcerá com Mimi

  • Henio:em 11/agosto/2008, às 3:51 pm

    Nãao fale mais nada! Joana Ja disse tudO

  • Bruno Costa Pinto:em 12/agosto/2008, às 8:50 pm

    André, continuo seu fã.

  • carlos andre:em 15/agosto/2008, às 2:20 pm

    Não tem nada oq tirar, oq antes era seu orgulho hj não passa de marketing, ela sempre comenta estas coisas quando esta lançando um disco em alguma entrevista, alem dela ter estragado seu bem mais precioso que é sua voz, tinha a grande voz. Tem mais, alem de ter perdido a vontade e talento que tinha antes, ela cuidava de tudo no cd e nao deixava simplesmente nao mão de qualquer jd, e tem mais dublando como faz desde 97 somente prova que esta se entregando cada vez mais e mais ao mercado das cantoras de estudio. Simplesmente Mariah sinto sua falta, sou seu fan, mas nao sou cedo e nem surdo! Valeu galera.

  • carlos andre:em 15/agosto/2008, às 2:27 pm

    Tem mais, Mariah passou por qual evolução????
    1990 a 1996 detonava, e depois so dublando? que evolução esta? perdeu seu dom e isso e evolução????
    Tem mais onde estão as baladas romanticas que antes lançava mto mais do que os hits ou musicas agitadas, lembram de music box, lançou dreamlover, hero, anytime you need a friend, without you, não foi uma otima play list, alguem sabe quando ela tera coragem de gravar um novo mtv unplugged totalmente ao vivo, e arrasando mais do q canta no proprio cd??? hj em dia é ao contrario canta melhor no cd e ao vivo se rasga toda e dubla as notas altas. Desculpa mas acompanho a anos mc e so vi degradação e nada de evolução, o mais hipocrita foi quando lançou wbt e aquele marketing o retorno da voz, quando cantava wbt ainda dizia “este foi o melhor que pude fazer” como se tivesse feito o melhor live da carreira e dublando aquela nota final fabricada. Cade o retorno da voz? cade a voz? no dvd taom tour dublou a nota mais alta de i wish you knew? fantasy sempre dubla como se estivesse com a mesma voz que 96. Me desculpem mas isto td é verdade… não teve evolução.

  • JUNIOR COSTA:em 15/agosto/2008, às 10:07 pm

    MÁS QUAL CANTORA HOJE EM DIA QUE NÃO É MARKETING?

  • Guilherme:em 16/agosto/2008, às 11:25 am

    Não concordo com o uso da palavra Hipocrisia, pela força que a palavra carrega, como dito acima acaba “descambando” - no sentido do texto - para falsidade, e como já dito é muito forte para ser usado no caso dela.
    Ninguém aqui pode falar contra a questão racial, nenhum de nós viveu lá, e nem viveu algo próximo do que significa isso, nosso país é “liberal” em relação as raças.
    Apesar disso boa parte do que foi escrito é verdade, Mariah se deixou tomar pela cultura cotidiana a qual ela está exposta (e é referência), a maneira de viver dos americanos, ela é uma.
    Muito bem escrito, Pacheco. Parabéns.

  • Fábio Henrique:em 16/agosto/2008, às 2:15 pm

    Bom, Mariah é uma mulher negra, tudo bem… Tinha voz negra? Tinha. Tinha pequeninos traços negros? Tinha. Perdeu esses traços de acordo com o tempo? Perdeu. E daí? Ela continuou sendo a mesma e ainda é a mesma, e deve se observar o que a levou para mudar algumas coisas fisicas… mas, perai, fisica? A Parte fisica não interessa tanto (pra mim), se ela mudou ou não isso é problema dela… e a proposito, o mercado americano é tão feroz, que se vc não se modelar como eles querem, vc acaba sendo jogado pra trás… e graças a essas transformações ela está fazendo um sucesso estrondoso até hoje e alegrando muita gente…. será que vcs não observam isso?

  • Vinícius Souza:em 16/agosto/2008, às 5:25 pm

    Olha, eu amo a Mariah desde o começo até hj!!!
    é uma pena que ela tenha perdido aquela voz de antes!!

  • carlos andre:em 16/agosto/2008, às 10:33 pm

    Olha, eu amo a Mariah desde o começo até hj!!!
    é uma pena que ela tenha perdido aquela voz de antes!! [2]

    faço das palavras de Vinicius as minhas, realmente cade a voz, cade ? Agora somente dublando mesmo, nem as notas altas mais ou menos altas de touch my body ela faz perfeito. Imagina cantar i wish you well live, bye bye, somente no play back

  • carlos andre:em 16/agosto/2008, às 10:39 pm

    Lembram como ela era docê, tinha parcerias com Ben Mergulies e Walter, agora tem o JD, ninguem merece, mariah fazia marketing como o music box que foi o album mais comercial, porem viram que conteudo? Music Box, butterfly, daydream, emotions, mariah carey, todos ate 1997, apesar da fase butterfly ja ter decaido mas nao tanto como hj. Realmente Mariah foi sincera até charmbracelet na questão de letras, como can’t take that away e my saving grace, sunflowers, depois do teom pra ca, virou a mimi, uma cantora que adora dublar mais que antes, adora vinho, tacinhas de cristal e esquece que precisa da voz ou precisava, era uma menina doce, meiga, nao precisava de nada alem da voz e sua otima presença. Realmente gente é mta mudança. A voz é maior mudança. Quando ela podera cantar emotions de novo, vanishing, nem joy ride podera pois a nota final e alta foi fabricada e alongada em estudio. Saudades e mais saudades.

  • carlos andre:em 16/agosto/2008, às 10:43 pm

    Relacionado a palavra “hipocrita”
    Bom a cantora que cantava anytime you need a friend, e depois de 2005 canta wbt e diz que foi a melhor que fez e cantou, alem de ter dublado o final diz que foi o melhor que ela pode fazer, claro que não, ou ela jogou no lixo, love takes time, someday, emotions, can’t let go, pois me desculpe wbt não é a melhor q mc fez. Ela diz isso pra se safar, pra dizer q ta otima…. Hipocrisia sim acha que engana seus fans antigos.

  • carlos andre:em 16/agosto/2008, às 10:48 pm

    To gostando agora do just mariah antes eu nao entrava mto pois tinha visao que eram lambs cegos, mas não enxergam mesmo, boa observação André…. Se todos os fans fossem assim acredito que a MC se tocaria, mas não todos dão apoio dai claro q ela vai ficar so quieta e ganhando.

  • Helder:em 25/agosto/2008, às 12:52 pm

    Eu concordo com o André. Mariah foi literalmente plastificada! E essa idéia fixa de emacipação? Tá “Touch My Body” pode ter sido um sucesso, 18º número 1 e Blá blá blá… Mas que letra essa música tem a oferecer? Será que ela já esqueceu que é a estrela de Hero, Vison Of Love, Someday e Love Takes Time? Onde está a música propriamente dita nos trabalhos atuais da Mimi? The Emancipation Of Mimi foi um sucesso por músicas fortes e com letras, prova disso foi a baixa posição de “Get Your Number” e “Say Somenthing” ( acho que ambas ficaram proximas a posição 50 e nada mais) por outro lado o super sucesso de “We Belong Together”, “Dont Forget About Us” e a agitada “Shake It Off”. Depois de ganhar sei lá 3 Grammys com o CD de 2005 ela volta ainda mais loira, magra e alugando um rapper para várias canções?! O E=MC² foi um sucesso só nas primeiras semanas, Hoje não vejo mais comentários sobre o album. Claro depois de ouvir todas as canções acho que ficou claro para o público quais são boas, a exemplo de “I Stay In Love” , “For The Record” e sim “Bye Bye” ótima música que ela diviulgou, mas depois simplismente desistiu do single e sumiu da mídia. Volta ainda mais magra e com T.I em “I’ll Be Lovin’ U Long Time” (letrea até legalzinha e divertida vai…) ele segurando um bolo de dinheiro nas mãos como mostra o clip fazendo umas rimas nada haver com a música. Já chega, isso não é natural dela, da pra ver que é uma coisa forçada.
    Está na hora dela olhar pra dentro e ver quem realmente é, quem se tornou e até onde ainda quer chegar. Esse cabelo loiro e escorrido que não combina e letras provocantes que não passam de músicas modinha não são Mariah Carey de verdade.

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I'll Be Lovin' U Long Time "I'll Be Lovin' U Long Time" é o terceiro single do disco "e=MC²". A faixa foi produzida por Mariah em parceria com Aldrin "DJ Toomp" Davis. Billboard Hot 100 Singles#75 Veja o Vídeo
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